Quando eu era criança, corria pela rua atrás de uma bola quase que o dia todo. Privilegiada por crescer numa rua onde a grande maioria das crianças eram muleques, aprendi desde cedo a gostar de futebol. Mas não foi só isso. Entre as brincadeiras, queimada, bets, vôlei, pega-pega, policia e ladrão, esconde-esconde e por aí vai.
Era saudável correr pela rua. Mas mais que isso. Era gostoso! Aquele sentimento de liberdade e felicidade constante. Bons tempos.
Indiretamente, não só nos divertíamos, mas cuidávamos da nossa saúde. Não é a toa que os amigos daquela época até hoje tem um boa forma e praticam esportes regularmente. O que não acontece com a maioria das crianças do séc. XXI.
Ao contrário. A TV, o vídeo game e o ‘bendito’ computador, criaram uma adolescência reclusa, solitária e menos saudável. A lista de amigos nas redes sociais cresce proporcionalmente a diminuição do números de amigos reais.
O esporte?
Este ainda persiste, mas com número menor de seguidores.
Quem resiste as junk foods em cada esquina? Quem resiste à coca cola gelada com seus comerciais mágicos? Quem resiste aos drinques que agitam as baladinhas?
Para quem resiste, meus parabéns. Mas para quem não resiste, mas corre atrás do prejuízo, minha admiração.
Praticar esporte não é só saudável. É gratificante. E traz tantos benefícios, que é estranho entender por que um ser pensante, dotado de inteligencia muitas vezes desiste de dar uma caminhada ou corridinha para por a bunda no sofá e não levantar de lá.
A pratica esportiva melhora a auto-estima, a capacidade mental, diminui o colesterol, diminui a chance de doenças cardíacas, melhora o humor, o sono, retarda o envelhecimento, fortalece os ossos, dá um cheque mate no stress e na ansiedade e te deixa mais bonito! Por dentro e por fora.
Que seja nadar, correr, pular, andar de skate, pular corda, jogar futebol ou somente malhar um pouco na academia. Para viver com qualidade, algum esforço é necessário. Sair da zona de conforto e radicalizar.
Não errou quem disse que esporte é vida!
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