Não é de hoje que vemos estrelas do esporte terem sua imagem manchada por conta de seu mau comportamento ou de sua falta de rendimento. Lebron James, Kobe Bryant, Phelps, Ronaldo e recentemente Romário (preso por não pagar pensão) entre tantos outros casos. Muitos deles perderam patrocínio, prestigio e foram massacrados pela mídia. No entanto, quase todos, voltaram a brilhar.
O desempenho em quadra, campo ou piscina, desde que satisfatório, tem o poder de levar para o esquecimento atitudes não consideradas nobres para a maioria de nós.
Na verdade, um ídolo, um esportista de destaque é visto como um herói. Um modelo a ser seguido. E talvez por essa necessidade, nós, amantes do esporte, acabamos nos esquecendo rápido das baboseiras que nossos ídolos fazem.
E por isso, marcas das mais diversas usam esses simples "imortais", para associar a sua marca.
Lembro-me de que nas Olimpíadas de Pequim, Liu Xiang estampava todos os outdoors do pais. Era garoto propaganda da Nike e de muitas outras marcas. Ele era a imagem da China. A imagem de um vencedor. E o que aconteceu?
Liu Xiang abandonou a prova para o qual era favorito antes mesmo do inicio. Sentiu dores. Não conseguiu. Vi inúmeros de chinesinhos baixarem as cabeças e abandonarem o estádio.
Nem por isso, Liu Xiang deixou de ser idolatrado. Nem por isso deixou de ser um vencedor.
Como Ronaldo (desculpem, mas não consegui não falar dele). O sujeito que caiu e levantou várias vezes. Passou por tudo de cabeça erguida. E hoje, apesar de não estar em sua plena forma física (felizes dos adversários) ele se reergueu mais uma vez. Como disse D2, “Eu sou Ronaldo. O desafio sempre esteve e estará em minha vida e eu não me espanto. O meu desejo é ser criança e não perder a esperança de ver o jogo mudar”.
É por isso, e talvez só por isso, que o esporte é capaz de tornar o impossível plenamente possível. Maus resultados podem ser transformados e heróis, podem ser sempre heróis, mesmo que já estejam se aposentando.
O desempenho em quadra, campo ou piscina, desde que satisfatório, tem o poder de levar para o esquecimento atitudes não consideradas nobres para a maioria de nós.
Na verdade, um ídolo, um esportista de destaque é visto como um herói. Um modelo a ser seguido. E talvez por essa necessidade, nós, amantes do esporte, acabamos nos esquecendo rápido das baboseiras que nossos ídolos fazem.
E por isso, marcas das mais diversas usam esses simples "imortais", para associar a sua marca.
Lembro-me de que nas Olimpíadas de Pequim, Liu Xiang estampava todos os outdoors do pais. Era garoto propaganda da Nike e de muitas outras marcas. Ele era a imagem da China. A imagem de um vencedor. E o que aconteceu?
Liu Xiang abandonou a prova para o qual era favorito antes mesmo do inicio. Sentiu dores. Não conseguiu. Vi inúmeros de chinesinhos baixarem as cabeças e abandonarem o estádio.
Nem por isso, Liu Xiang deixou de ser idolatrado. Nem por isso deixou de ser um vencedor.
Como Ronaldo (desculpem, mas não consegui não falar dele). O sujeito que caiu e levantou várias vezes. Passou por tudo de cabeça erguida. E hoje, apesar de não estar em sua plena forma física (felizes dos adversários) ele se reergueu mais uma vez. Como disse D2, “Eu sou Ronaldo. O desafio sempre esteve e estará em minha vida e eu não me espanto. O meu desejo é ser criança e não perder a esperança de ver o jogo mudar”.
É por isso, e talvez só por isso, que o esporte é capaz de tornar o impossível plenamente possível. Maus resultados podem ser transformados e heróis, podem ser sempre heróis, mesmo que já estejam se aposentando.
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